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Especial | VARIEDADES

04 de Setembro de 2019 ás 08:25:10

Erradicação do trabalho infantil é debatida em palestra em Colíder

É um trabalho articulado com todas as secretarias municipais comenta Ângela Tramarin.

(Foto: Assessoria)

 

A Secretaria Municipal de Assistência Social de Colíder realizou nesta terça-feira (03.09), na Câmara de Vereadores, o 1º Encontro de Profissionais da Rede de Proteção para a Erradicação do Trabalho Infantil na Perspectiva do Empoderamento Infanto-Juvenil.

Os palestrantes convidados são a assistente social e mestre em políticas públicas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Dulce Regina Amorim, a administradora de empresas Aurysandra Cebalho de Barros e o empreendedor social Diogo Pereira Felipe.

Pela manhã, Dulce Amorim destacou conceitos básicos sobre o Sistema de Garantias de Direitos (SGD) à luz do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e falou sobre o papel das políticas públicas nas ações de erradicação do trabalho infantil. Aurysandra de Barros apresentou um diagnóstico referente ao trabalho infantil em Colíder. No período da tarde, Diogo Felipe fará considerações sobre o empoderamento infanto-juvenil.

Segundo dados divulgados em 2017 pelo então Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, com base no senso de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Colíder apresentava à época 543 crianças e adolescentes de 10 a 15 anos no trabalho, o que representava 16,5% da população nessa faixa etária. A empresa de consultoria e planejamento Cityplan produziu um relatório com informações mais atualizadas sobre o trabalho infantil em Colíder.

“Então esse diagnóstico está sendo apresentado neste encontro. É um trabalho articulado com todas as secretarias municipais, com todas as políticas públicas, na perspectiva de fazer a proteção à criança e ao adolescente, erradicar o trabalho infantil numa perspectiva de que esses adolescentes tenham acesso a um trabalho legal, seguro e que garanta sua formação e o seu desenvolvimento, fazendo com que Colíder saia desse mapa do trabalho infantil”, comenta a secretária adjunta de Assistência Social, Ângela Tramarin.

Por: Assessoria