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Especial | VARIEDADES

10 de Março de 2020 ás 17:26:46

Mato-grossenses são capa da Revista Globo Rural e falam sobre a presença da mulher no agronegócio

As mulheres estão transformando o setor e construindo o futuro nas fazendas

(Foto: Fernando Martinho / Globo Rural)

As mato-grossenses Aline Bortoli e Kleidimara Pessoa, ambas com 34 anos, Nayara Modolon Scheffer, 30 anos, e Letícia Scheffer, 24, herdeiras do maior conglomerado agropecuário do mundo, o Grupo Bom Futuro (GBF), foram capa da edição da março da Revista Globo Rural. A reportagem principal falou sobre a presença da mulher nos negócios do campo e as quatro primas conversaram sobre como têm contribuído para o avanço do setor com seu ponto de vista feminino.

A equipe da Globo Rural percorreu o Brasil para ver e ouvir como as mulheres estão transformando o setor e construindo o futuro nas fazendas, nas empresas e na política.  A capa da revista foi ilustrada pelas quatro mato-grossenses Aline, Kleidimara, Nayara e Letícia. À reportagem elas falaram sobre como a perspectiva que possuem, como mulheres, pode contribuir para o avanço do agronegócio, em parceria com a atuação dos homens.
 
As mato-grossenses compartilharam suas experiências nas fazendas e a revista também citou a criação do Instituto Farmun, uma organização comandada por Aline, Kleidimara, Nayara e Letícia, que tem como objetivo trazer a nova realidade do agro à tona, apresentar uma verdade que muitas pessoas ainda não tiveram a oportunidade de conhecer, de um setor que não para de evoluir.

Além disso, elas se reúnem todas as segundas-feiras na sede do Grupo Bom Futuro, em Cuiabá, para uma reunião do “conselho de família”. Cada uma representa um galho do grupo, formado por quatro núcleos familiares, e é nessa ocasião que falam sobre negócios, investimentos (todas têm empreendimentos particulares, em sua maioria propriedades rurais), novos projetos e o que fazer para irem além dos números e planilhas.

Conforme contaram à revista, o objetivo das herdeiras do GBF é criar uma estrutura para que as futuras gerações permaneçam atuando no setor do agronegócio e construam um futuro mais próspero, sem precisar migrar para a cidade.

Leia a reportagem pelo site da revista.

Por: Olhar Direto