Petrobras está arrancando o couro dos brasileiros, diz Mauro sobre política de preços dos combustíveis

Foto por: Divulgação

Política

15/10/2021 às 05:57

O governador Mauro Mendes (DEM) criticou a política de preços dos combustíveis, da Petrobras, afirmando que a empresa está “arrancando o couro” do povo brasileiro. Mauro se queixou que a redução que propôs na alíquota de ICMS sobre combustíveis pode não ser percebida, pois a Petrobras tem constantemente aumentado o preço dos combustíveis.


 A proposta do Governo de Mato Grosso de redução da alíquota de ICMS, com relação aos combustíveis, é de redução de 17% para 16% no diesel, e para gasolina é de redução de 25% para 23%. A medida, no entanto, pode não ser percebida. Na última semana a Petrobras anunciou mais um aumento de preço. Segundo Mauro, a empresa está “arrancando o couro” dos cidadãos.
 


“No combustível não adianta nada, a gente reduz 2 pontos a Petrobras aumenta 9, ou seja, fica 7% mais caro para o cidadão. Por isso que eu disse, Petrobras está arrancando o couro dos brasileiros, para dar o maior lucro da sua história. Vai mandar 40% para os gringos lá fora, 40% é do Governo Federal e 20% dos investidores brasileiros, e a maioria deles são grandes investidores. Isso é o que está acontecendo nesse país, e aí querem culpar o ICMS. Nós podemos fazer alguma coisa? Claro que podemos, mas não adianta nada o que nós fizermos, se a Petrobras continuar arrancando o couro dos brasileiros”.
 
Nesta quarta-feira (13) a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que estabelece um valor fixo para a cobrança de ICMS sobre combustíveis. Mauro disse que, caso também não haja um congelamento nos preços da Petrobras, a medida não terá impacto.
 
“Nós temos um problema grave hoje no país que é a Petrobras aumentando sucessivamente, todo mês, o preço dos combustíveis e a Câmara ataca o problema pegando um lado apenas. Eu já disse, eu até concordo, mas a Câmara teria que congelar o preço da Petrobras também, da mesma forma que ela fez com o ICMS. Se ela fizer isso eu vou aplaudir os deputados, senão eu vou chamar isso de medida populista e medida eleitoreira”.

Fonte: Mídia News


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